Eu tenho feito postagens no
Instagram afirmando que o problema do mundo é a interpretação de texto.
Há alguns anos, quando ainda lecionava, eu percebia como os alunos do colegial tinham dificuldade em ler um texto.
Prestem atenção: eu disse que eles tinham dificuldade em ler. Nem falei interpretar.
Eu escrevo, muitos amigos aqui sabem disso.
Tenho dois romances policiais publicados e vários contos espalhados em coletâneas por aí.
Já escrevi para colunas de vários jornais, revistas eletrônicas e até para uma revista de Moçambique.
Mas e daí?
O que adianta escrever se cada vez menos as pessoas entendem o que leem? Se cada vez mais as telas de celular e as postagens sem nexo estão fazendo a cabeça das pessoas?
Escrever para quê?
Oras... Escrever é tipo um vício.
É respirar, beber água, acordar, andar, dormir...
Escrever, para quem gosta, é uma questão de sobrevivência.
E foi procurando mais sustância para esse vício, que cheguei ao livro: Tudo converge para o texto, de William Campos da Cruz.
Que livro bacana!
Ele traz lições de gramática disfarçadas em textos gostosos de ler. Quase crônicas. Quase conversa dessas que se tem com quem se gosta.
Sabe aquele amigo, que a gente fofoca e dá risada aleatória?
Então. O livro é isso.
Uma coletânea de fofocas que te ensinam sobre verbo, pronome, fonema, prosódia, crase, produção de texto, vocabulário, dicionário e como ler uma receita para fazer arroz.
Um arroz bem-feito depende de interpretação de texto.
Quando eu era criança eu achava que tinha que fazer chá de sal e usar uma colher desse chá em quase todas as receitas...
Interpretação de texto!
Bagagem literária.
É por isso que o brasileiro é um povo facilmente engambelado por políticos cada vez mais toscos.
Nós sempre deixamos para os segundos turnos das eleições: o ruim contra o menos ruim.
Sabe por quê?
Porque nos falta interpretação de texto.
Falta literatura.
Falta fofoca gramatical!
Precisamos urgentemente de mais livros como esse do William.
Um livro acessível. Fácil de ler, gostar, interpretar — e que consegue a façanha de nos fazer gostar da gramática.
Há alguns anos, quando ainda lecionava, eu percebia como os alunos do colegial tinham dificuldade em ler um texto.
Prestem atenção: eu disse que eles tinham dificuldade em ler. Nem falei interpretar.
Eu escrevo, muitos amigos aqui sabem disso.
Tenho dois romances policiais publicados e vários contos espalhados em coletâneas por aí.
Já escrevi para colunas de vários jornais, revistas eletrônicas e até para uma revista de Moçambique.
Mas e daí?
O que adianta escrever se cada vez menos as pessoas entendem o que leem? Se cada vez mais as telas de celular e as postagens sem nexo estão fazendo a cabeça das pessoas?
Escrever para quê?
Oras... Escrever é tipo um vício.
É respirar, beber água, acordar, andar, dormir...
Escrever, para quem gosta, é uma questão de sobrevivência.
E foi procurando mais sustância para esse vício, que cheguei ao livro: Tudo converge para o texto, de William Campos da Cruz.
Que livro bacana!
Ele traz lições de gramática disfarçadas em textos gostosos de ler. Quase crônicas. Quase conversa dessas que se tem com quem se gosta.
Sabe aquele amigo, que a gente fofoca e dá risada aleatória?
Então. O livro é isso.
Uma coletânea de fofocas que te ensinam sobre verbo, pronome, fonema, prosódia, crase, produção de texto, vocabulário, dicionário e como ler uma receita para fazer arroz.
Um arroz bem-feito depende de interpretação de texto.
Quando eu era criança eu achava que tinha que fazer chá de sal e usar uma colher desse chá em quase todas as receitas...
Interpretação de texto!
Bagagem literária.
É por isso que o brasileiro é um povo facilmente engambelado por políticos cada vez mais toscos.
Nós sempre deixamos para os segundos turnos das eleições: o ruim contra o menos ruim.
Sabe por quê?
Porque nos falta interpretação de texto.
Falta literatura.
Falta fofoca gramatical!
Precisamos urgentemente de mais livros como esse do William.
Um livro acessível. Fácil de ler, gostar, interpretar — e que consegue a façanha de nos fazer gostar da gramática.
Recomendo.




