— Ei, onde você vai?
— Vou descendo a ladeira do pelô!
— O que tem lá?
— Tem reboleition, é reboleition, é reboleition, é reboleition...
— E o que mais?
— Ohhh, maiiinha! Anda na prancha, cuidado o tubarão vai te pegar.
— Como? Não entendi...
— É reboleition, é reboleition, é reboleition, é reboleition...
— Isso eu sei caramba, eu quero saber o que tem mais lá?
— Levada louca, levada louca, levada louca cá cá cá.
— Levada louca? Mas não estou te entendedendo...
— TIRA O PÉ DO CHÃÃÃÃOOOOOOOOOOO!!!!!
— Estou achando que você tá meio maluco, você só fala isso. Me fala de verdade onde você vai?
— Vou subindo a ladeira do pelô!
— Vai descendo e depois subindo? Tá legal... E quando chegar lá em cima o que tem?
— Aê aê aê aê ei ei ei ei ôeôeôeôeôÔÔÔ...
— O quê?
— Aê aê aê aê ei ei ei ei ôeôeôeôeôÔÔÔ...
— Você usou tóxico?
— Vou descendo na boquinha da garrafa, abaixando até o chão, levantando a mão pra cima, mexendo o popozão, ilêaiê, ilêaiê, lepo, lepo, lepo, lepo!
— Caramba, não estou entendendo nada disso.
— Ohhhh, maiiinha....
— Rapaz... e quando o carnaval acabar, o que você vai fazer?
— Vou subindo a ladeira do pelô...
— Perguntei sobre quando o carnaval acabar meu amigo!
— Vou descendo a ladeira do pelô!
— Desisto! Você tá maluco, não consigo entender essa sua língua.
— Aê aê aê aê ei ei ei ei ôeôeôeôeôÔÔÔ... Fuuuiiiiiiii!

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