sábado, 23 de setembro de 2017

O macro e o micro






As coisas estão estranhas no Brasil.
As “minorias”, que são: homossexuais, lésbicas, feministas, negros, nortistas, gente oriunda de religiões diferentes etc, estão preferindo se inferiorizar para ganhar espaço na mídia como coitadinho, e ganhar alguma coisa com isso, ao invés de aceitar que gente é gente, e problemas acontecerão sendo ele do jeito que é ou não. No final, as minorias estão ditando as regras e as maiorias estão sendo obrigados a obedecer.
Um grande exemplo de gente inteligente e trabalhadora e que não ficou lutando burramente pra ser minoria, e se impôs na sociedade, cavando seu espaço, e hoje está perfeitamente dentro da engrenagem brasileira e as vezes com grande destaque, são os chineses.
Chegaram aqui recentemente, sem saber falar absolutamente nada, enfrentaram um racismo que também foi muito duro contra eles, estudaram, entenderam a sociedade e hoje em sua grande maioria são patrões.
Os árabes também: chegaram um pouco antes que os chineses, mas de uns anos pra cá, devido as várias guerras no Oriente Médio, fizeram uma nova investida no Brasil, se encaixaram perfeitamente na sociedade, e hoje, quando não são patrões, tem ótimos empregos e destaque na sociedade.
Não tem chinês e nem árabe querendo ser minoria. Não tem coreano, não tem europeu, brigando pra se apequenar e ganhar a peninha dos outros.
Me desculpem a sinceridade desse texto, mas eu sou da opinião de que nesse pais chamado Brasil, existe condição pra todo mundo que queira encarar a vida, que queira trabalhar, que queira estudar e lutar para encontrar seu espaço. A nossa sociedade tem racismo, tem homofobia, tem preconceito religioso? Claro que tem, mas em relação à grande maioria dos países do mundo, nossa sociedade é muito mais acolhedora e humana. Ultimamente quando você vê um caso de racismo, de mulher violentada, de intolerância religiosa, pode ir à fundo na notícia, que você vai ver que o infrator, geralmente é um perturbado mental, ou pessoa de moral duvidosa.
Gente... Vamos olhar para o macro e não para o micro. Vamos deixar de ser burros! Vamos imitar os chineses, coreanos, árabes e todo mundo que venceu por aqui, eles vieram de longe e olharam para o macro, entendendo nossa sociedade muito melhor que a gente e hoje fazem parte de um todo.
Pense nisso!






10 comentários:

  1. Bom dia de domingo meu amigo Andre!
    Nossa, que bom ler isso aqui, eu concordo plenamente, tanto é verdade que, os chineses são os que estão no topo da economia mundial, isso dizendo de forma global, os Estados Unidos são credores deles, pois quando vejo, (em minha família mesmo), pessoas que vão aos Estados Unidos comprarem o que vendem lá no primeiro mundo,nas etiquetas só se lê, "fabricado na China"!
    "...Vamos olhar para o macro e não para o micro...", amei essa frase!
    Abraços apertados querido amigo!

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    1. Oi Ivone!
      Que bom que gostou! A sua opinião é sempre importante!

      Um abração!

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  2. Concordo contigo André. O estrangeiro ocupou e ocupa o espaço que o brasileiro lamentavelmente, não soube e nem sabe aproveitar. Belo e reflexivo texto.

    Abraços e uma ótima semana para ti e para os teus.

    Furtado

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  3. Verdade, amigo! Vi um outdoor, uma vez, que achei fantástico: tinha a imagem do Obama e a frase: "Quando a gente sabe quem é, a história é outra!". Também acho que fazemos os nossos destinos. Meu abraço, boa semana!

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  4. TENS RAZÃO,ANDRÉ...oLHANDO PARA O macro AS COISASA FICAM MELHORES...Precisamos um olhar mais bondoso pra tudo! abração e adorei tua resposta lá no carteiro,rs...Folgadinho,rs.. chica

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    1. Hahahahaha, que bom que gostou!!

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  5. s minorias são muito mais aguerridas. Elas sabem que nada cai do céu e lutam por aquilo que sentem é do seu direito. As maiorias, encostam-se, acomodam-se. Basta ver por exemplo a abstenção sempre que há eleições. O povo demite-se do seu dever, e depois leva quatro anos a reclamar.
    Um abraço

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    1. Oi Elvirinha!
      O problema é quando as minorias querem que as maiorias lhes levem nas costas.
      Mas por um lado, você tem razão.

      Um abração!

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