Carolinas, macarrons coloridos, camafeus, mil folhas, sonhos de padaria.
Sonhos...
Conversa de padaria.
Alegre.
Casual...
Sem compromisso com o sonho.
Sonho de creme ou de doce de leite?
O cliente escolhe seus sonhos.
Obrigado!
Servimos bem para servir sempre.
Estava no saco de papel pardo.
Hoje vem na sacolinha.
Sem a frase.
Sem o sorriso.
Sem o sonho...
O baleiro de vidro não roda mais.
Roda, roda baleiro atenção...
Eu quero a bala de goma.
Eu quero a Chita.
Eu quero a que engasga...
Obrigado!
Agradecemos pela preferência.
Estava na plaqueta em cima do caixa.
Ninguém agradece mais nada.
Os sonhos vem de moto.
Do aplicativo.
Obrigado!
Volte sempre...
Volte onde?

Oi, André! É o novo modo de "sobrevivência" da raça humana meu amigo. Muito boa a postagem. Um abraço!
ResponderExcluirFiquei vidarada olhando pqara essa vitrine de doces. Lindo! E teu conto muito lindo! Casualmente, acabei de comprar sonhos aqui doces, com creme... Mas nada escrito de poesia no pacote... Sinais dos tempos...
ResponderExcluirADOREI e deu saudades!
abração,chica
Amigo André, boa noite de paz!
ResponderExcluirAdoro doces... o baleiro é meu sonho de consumo... meus primos têm e eu me lembro da infância...
Tenha dias abençoados!
Abraços fraternos