segunda-feira, 7 de maio de 2018
terça-feira, 1 de maio de 2018
Vingadores - Guerra infinita
Existe
um vilão nos quadrinhos Marvel, que é um semi-deus maluco que tem vontade de
dizimar metade dos seres de todo o Cosmo, porque segundo ele os planetas são
finitos e os seres estão sugando a vida desses planetas.
Mas,
mesmo ele sendo um semi-deus, nos quadrinhos ele sempre é derrotado, hora pelo
Quarteto Fantástico, hora pelo Adam Warlock, que é maluco igual a ele, hora
pelo Dr. Estranho, mas, gente... O Thanos do filme “Vingadores guerra infinita”,
é mais mal e poderoso que o dos quadrinhos muitas vezes... Puxa, dessa vez,
acho que nem o Chapolim vai nos salvar.
A maioria dos heróis mais populares do universo Marvel, isso tirando os que estão sob o domínio da FOX e da Sony, que são: Quarteto Fantástico e X-men, aparecem pra luta, e olha amigos... Que luta.
No fim, o fim não tem fim, e o segundo filme, que aliás já está bem adiantado, se faz necessário, e pelo visto alguns heróis que não apareceram dessa vez, estão escalados para o próximo, porque se eles não vierem, aí o mundo tá perdido mesmo.
Puxa... Bem que a Fox e a Sony podiam liberar seus heróis, e a Netflix também, porque acho que o Punho de Ferro, o Demolidor, O Luke Cage e a turma toda iria ajudar um pouco.
A maioria dos heróis mais populares do universo Marvel, isso tirando os que estão sob o domínio da FOX e da Sony, que são: Quarteto Fantástico e X-men, aparecem pra luta, e olha amigos... Que luta.
No fim, o fim não tem fim, e o segundo filme, que aliás já está bem adiantado, se faz necessário, e pelo visto alguns heróis que não apareceram dessa vez, estão escalados para o próximo, porque se eles não vierem, aí o mundo tá perdido mesmo.
Puxa... Bem que a Fox e a Sony podiam liberar seus heróis, e a Netflix também, porque acho que o Punho de Ferro, o Demolidor, O Luke Cage e a turma toda iria ajudar um pouco.
Quem
não foi ao cinema, pode ir sem medo, que é diversão pura, do início ao fim.
O
único adendo chato, são as roupas malucas que o Homem de Ferro anda fazendo pro
Homem Aranha, que na verdade não tem nada a ver com o personagem das HQ.
quarta-feira, 25 de abril de 2018
segunda-feira, 19 de março de 2018
Cadê o Chapolim?
Parece
que nós estamos mesmo chegando ao fundo do poço.
O
Brasil está retalhado, moído, destruído, esfacelado e os candidatos a herói nas
próximas eleições são os mesmos bandidos de sempre...
A
mídia comprada e corrupta apoia os meninos maus, e os intelectuais e formadores
de opinião venderam a alma pro capeta.
Não
sei não... Acho que dessa vez, se o povo não acordar a gente vai dar descarga e
mandar o país para o esgoto. Isso é, se o esgoto nos aceitar!
Não
temos escolas, não temos estradas, não temos hospitais, não temos justiça, não
temos polícia, não temos nem forças armadas, não temos nada, a não ser o Pablo
Vitar e a Jojo Todinho, que eu não ouso em falar mal, porque amanhã um monde de
lunático aparece por aqui me chamando de ultrapassado, puritano e radical.
E
para colocar mais azeite na nossa maionese estragada, nós ainda olhamos para
países que conseguem a feito de estarem piores que nós e achamos bonitinho.
Prestem atenção nos políticos apoiando os governos da Venezuela e da Bolívia.
Mandem eles falarem para os venezuelanos voltarem para o paraíso... Ou melhor, deixem
os venezuelanos aqui, e vão eles todos para a put... Ops! Quer dizer... Vão
todos para a Venezuela, já que lá é tão bom, cambada de éguas.
Meu
Deus, que monstro nós criamos... Acho que nem o Chapolim Colorado poderá nos
defender.
terça-feira, 6 de março de 2018
Prefácio: A cabeça de Holofernes
Meu amigo Marcelo Rua, grande escritor, me deu a honra de prefaciar seu livro: A cabeça de Holofernes.
Espero que tenha ficado à altura de sua grande obra.
Fiz
amizade com Marcelo através da editora que publicou nossos primeiros livros, e
por isso ganhei de presente: “Os dias voláteis”, que foi meu primeiro contato
com sua escrita.
Confesso
que fiquei até meio abobado, quando me peguei envolvido com o enredo e os
personagens do livro.
O
Marcelo conseguiu me transportar de volta para os anos 80, e me fez reviver
muitas das minhas memórias, sem criar um sentimento nostálgico na leitura, pois
a história apesar de ter referências dos anos 80, poderia muito bem ser vivida
nos dias de hoje.
Seu
segundo livro: “As vagas gigantes”, me caiu como uma continuação friamente
calculada e bem escrita, para o que viria a seguir.
Os
livros podem muito bem ser lidos separadamente, pois o leitor fica satisfeito
com seus desfechos individuais, mas, pra quem leu o primeiro e leu o segundo,
não poderia ficar sem o grande final: “A Cabeça de Holofernes”.
Engraçado
que apesar de todos os livros serem muito bem escritos e interessantes, a gente
consegue ver a maturação do Marcelo e como ele cresceu como escritor de um
livro para o outro. Sua escrita melhora livro após livro e isso chega a
emocionar quem o acompanha.
Justamente
por isso, que eu considero “A Cabeça de Holofernes” como o melhor da trilogia,
porque aqui, a história envolve muito mais o leitor, com pitadas de humor e
sarcasmo na medida certa, que só com olhos atentos e conhecedores dos três
livros é que podem notar. Os cenários são detalhados de uma forma que a gente
consegue enxergar as nuances e minimalismos da descrição. Os sentimentos e
atitudes dos personagens são claramente sentidos e falados por eles mesmos, as
vezes irresponsavelmente e irreverentemente, e isso é maravilhoso, pois cada um
parece ter vida própria e não são cópias mal acabadas do próprio Marcelo, como
vemos em tantos livros, onde os personagens não tem personalidade, são superficiais
e politicamente corretos à medida do que o autor acredita.
Desejo
vida longa à carreira literária do Marcelo, e, como já lhe disse uma vez: ele é
um autor que faz o cotidiano ficar interessante, e isso é para bem pouca gente!
Assinar:
Postagens (Atom)




